segunda-feira, 24 de maio de 2010

lundakarnevalen Acabou...

É estranho mas o Carnaval de Lund realizou-se este fim de semana e é realizado em ciclos de 4 anos... Até entendo o porque depois de os ver em tal alvoroço por uma festa muito mais calma que uma queima ou algo do género...
Na verdade o Carnaval em Lund é apenas uma pequena queima das fitas realizada por estudantes e que além de várias tendas com montes de actividades (ridículas...) tem ainda concertos de grande porte tal como bandas de rua.
No final o desfecho é o mesmo de sempre, tudo bêbado, tudo cagado e ainda por cima chatos que nem sempre.
Depois deste fim de semana não há muito mais a dizer sobre isso, além de que foi engraçado, principalmente para uma cidade morta como Lund...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Coisas estranhas...

Your My Ecstacy , Your My Weed , You are everything I Need . Only You Can Take Me High , So Come On Baby , Lets Fly !


Isto até que é engraçado de se ler, mas quando é escrito pela nossa irmã de 16 anos... hummm....

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sou mesmo um génio...

Eu sou um génio... melhor, eu sou O Génio....
Sou o Génio dos génios pequeninos... sou o instrutor deles... sou o mestres do génios...

Sou o Génio ao qual o génio da lâmpada telefona antes para conceder os desejos a um estranho..

Sou o Génio ao qual Einstein outrora disse: Esta para nascer o verdadeiro Génio do mundo, mais precisamente no dia 25 de Fevereiro às 19h na Casa de Saúde S. Mateus em Viseu no ano de 1984...

Eu sou o Génio que leva os pequenos génios a adorar-me...

Sou eu o tal...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

isso mesmo

Mais do que ser estúpido é ser ridículo... bem vindos à minha vida!
Bem vindo à vida de quem não quer nada porque não sabe o que escolher, ao que não sabe como desistir e estar com quem ama...

Quem me dera ser um pássaro...

Além de serem bonitos, voarem e barulhentos os pássaros são por natureza inteligentes... instintivamente eles procuram os locais quentes para migrarem, fugindo ao frio dos países onde se encontram... mais inteligentes que aqui o Tiaguinho que resolveu vir para o fim do mundo nórdico porque o calor Português era demasiado elevado, e por isso mesmo enfiou-se no pólo norte, ou quase lá, para se proteger das queimaduras solares...

Ainda estou para perceber porque razão não fui para as caraíbas ou algo paradisíaco fazer doutoramento...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ver o que ninguém vê...

Luz... um fenómeno energético que permite a sobrevivência de um ser humano cada vez mais dependente de tecnologias. Uma simples lâmpada permite um efeito magnifico quando acesa, libertando as suas partículas energéticas nesse fenómeno visível. Um simples candeeiro de rua leva a um fascínio de luz numa rua deserta e obscura, outrora negra e faminta de vida., tornando a escuridão menos negativa...
Quanto mais observo, mais me fascino e me esqueço de voltar a casa, à minha escuridão personalizada, um sítio repleto de luz em paredes brancas onde esse fenómeno de luz é esquecido...
Adoro a luz na sua predisposição sobre a escuridão negra e arrepiante... mais uma vez fotografo mais um candeeiro de rua que relata por si só a sua solidão...
Essa mesma solidão que me é tão familiar...

Pensamentos

Aprender a aceitar o que não se gosta torna tudo mais simples e gratifica a vida. Tornando as coisas difíceis em algo positivo leva a que se coloque um sorriso no nosso rosto, levando a uma sensibilização de conhecimentos. Por menos que se goste de algo, há que torna-lo em conhecimento e experiência de vida. Entre teorias e hipóteses existe uma grande diferença, tornando uma teoria um facto de imensas hipóteses... Tal como Platão descreveu o que era o conhecimento, nós podemos vencer tudo anexando as virtudes à experiência. Conhecimento é um composto de teoria, verdade  e validação, onde o objectivo dos actos se depreendem muitas vezes do fenómeno de validação que nada é mais que a ciência exacta da vida....



Eu no aeroporto, 28 Abril 2010...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Portugal por horas...

Há sensivelmente 8 anos atrás estava eu por terras da cova da beira na maior caminhada da minha vida: Universidade... Estava a construir o meu futuro, a conhecer pessoas incríveis, e outras porém não tanto, e a criar laços de amizade que me marcam profundamente...
A grande vantagem de uma universidade pequena fixa-se na criação de laços de amizade com pessoas do próprio curso e não só.
Todos estes anos foram marcados por momentos maravilhosos com essas mesmas pessoas, por momentos menos bons em que essas mesmas pessoas estiveram perto... sim, esses momentos demonstram a maior proximidade perante os verdadeiros amigos.
E tenho orgulho de ter feito esses verdadeiros amigos, esses mesmos que estiveram em todas as situações e que me levaram a prosseguir em todos os objectivos e que hoje me ajudaram a ser e estar como sou e estou.
Na realidade sinto-me realizado por ter essas pessoas.
E depois de tantos anos ver os meus grandes amigos, provavelmente os melhores amigos que fiz na universidade, casarem depois de uma relação que foi nascendo em redor do grupo de amigos e colegas, faz-me sentir feliz e ao mesmo tempo perplexo.
Feliz porque os adoro, perplexo por ver a onde o tempo nos levou, os levou, e onde estão e estamos...
Adoro-os e espero que tudo corra bem para eles como desejo que corra bem para mim e que, acima de tudo, me seja permitido estar por perto deles assim como os quero perto de mim.
Acredito que tudo vai correr bem e acredito que a compatibilidades e equilíbrio entre ambos é fantástica.
Ela porque tem um feitio incrivelmente parecido comigo sempre me disse na cara o que fazer e o que corrigir, ele por ser calmo e conselheiro sempre me ajudou a decidir, levaram-me a torna-los os amigos ideais que eu aprecio imenso.
Tornaram-me incrivelmente melhor pessoa, melhor amigo e espero que também me considerem assim.
Felicidades...e até daqui a umas horas...

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Grande crítica política...

Ser bolseiro é ter na alma o espírito de desempregado...

Não têm direito a subsídio de férias, nem subsídio de Natal, nem à protecção da Segurança Social. O Estado não lhes dá acesso aos direitos conferidos por um contrato de trabalho. Mas eles trabalham. São muitas centenas de bolseiros de investigação científica que escolheram ficar em Portugal a investir nas suas carreiras e que não sentem ainda os efeitos dos ventos de mudança. Alguns questionam: será que vale mesmo a pena ficar?

Luísa Mota ameaça tornar-se uma bolseira profissional, sem regalias. É bióloga, tem 34 anos e está actualmente a trabalhar ao abrigo da terceira bolsa de projecto de investigação. O projecto no qual trabalha actualmente termina em Junho. "A melhor perspectiva de futuro que tenho é ser integrada num novo programa de investigação por volta de Outubro." Está, portanto, a caminho da quarta bolsa de projecto. Nos meses "entre bolsas", Luísa e o filho de três anos ficarão sem os 745 euros de ajuda mensal. Restam as poupanças e a ajuda da mãe.

Luísa Mota é também a presidente da Associação de Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) que reúne mais de 800 pessoas. A representante da ABIC admite que, aproveitando a boleia de novas instituições ou programas de cooperação, "exista menos gente a sair de Portugal, ainda que não se conheçam números oficiais". Mas, sublinha, para os que ficam resta o abrigo da precariedade, do incerto, do "e agora?" no final de uma bolsa. Acumular bolsas atrás de bolsas não é a excepção, é a regra, diz Luísa Mota, que dá o exemplo de investigadores de 40 anos com carreiras que consistem em somatórios de bolsas. E, diz, há uma altura em que o cansaço pode chegar primeiro do que um lugar com contrato de trabalho.

"Isto é um absurdo. O Estado sempre investiu na minha formação e quando posso retribuir manda-me embora? Depois de passar anos a trabalhar não aproveitam isso para o desenvolvimento do país?", atira. Luísa Mota reconhece que há mudanças. "Ainda me lembro do deserto e não foi há tanto tempo assim", afirma. Entre acções de sucesso e novos institutos com "poucas centenas de lugares", a presidente da ABIC denuncia os "programas de fachada que não prevêem investimento nos recursos humanos".

Debaixo do bonito pano que nos mostra que Portugal faz hoje ciência de topo, há "muita precariedade e desespero". "Ainda temos faculdades que fecham 15 dias por ano só para conseguir reduzir as contas de luz. Há cada vez mais professores nas universidades a reformar-se e as vagas não abrem. Há cursos onde o número de alunos duplica e os professores são os mesmos ou menos ainda." A ABIC tem saído à rua em protesto. As bolsas são as mesmas desde 2002 (745 euros para bolsa de projecto, 980 para bolsas de doutoramento e 1495 para pós-doutoramento) e a actualização extraordinária destes apoios foi chumbada (votos contra do PS e a abstenção do PSD). Para já, a prioridade da ABIC é "apenas" que os bolseiros "sejam considerados trabalhadores". A.C.F.





http://jornal.publico.pt/noticia/25-04-2010/bolseiros-sem-contrato-de-trabalho-desesperam-19254972.htm
http://jornal.publico.pt/noticia/25-04-2010/em-portugal-nao-teria-evoluido-como-aqui-19254991.htm

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Mansa é a tua tia...

Há dias que fico estupefacto com tanta ignorância das pessoas com quem trabalhamos... É mesmo triste que não se limitem a pensar antes de falar...
Mas é a vida, são ricos, têm um país que "funciona", têm dinheiro e isso é suficiente para fazer investigação...
A isso chama-se "mansidão"...ter a papinha e não saber usar a cabecinha... e foi aí que o Sócrates foi buscar a expressão: "Mansa é a tua tia", que significa que a tia do Louçã é sueca e nunca pensou assim muito...
Tá porreiro pá...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Ora cá está...

Hoje provavelmente realizei, para além de um sonho meu, um sonho ao meu avô...
Só falta mesmo saber tocar no meu novo saxofone...
Para quem não sabe, os instrumentos de sopro fazem parte de um sonho do meu avô que não pode aprender mas também nunca viu ninguém na família que lhe fizesse a vontade...
Ora aqui está, o meu avô pegou-me esta doença...

Alta tecnologia

domingo, 18 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ironias...

A ironia é um instrumento de literatura ou de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos. Na Literatura, a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa, com vista a obter uma reacção do leitor, ouvinte ou interlocutor.
Ela pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo. Para tal, o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes, mas com a finalidade de desvalorizar. A ironia convida o leitor ou o ouvinte, a ser activo durante a leitura, para refletir sobre o tema e escolher uma determinada posição.

Uma ironia pode ser aplicada em várias áreas e a mais recente é Reykjavík, que quem não sabe é o aeroporto da Islândia...
Ou seja, nuvens de cinzas de um vulcão em erupção na Islândia obrigaram hoje ao encerramento de espaço aéreo e aeroportos no Reino Unido, Noruega, Suécia, Dinamarca, Bélgica, França e outros países, mas o aeroporto de Reykjavík na Islândia encontra-se em funcionamento...

Não acham isto ironia???